O Revdo. Josafá celebrará a Santa Eucaristía em 22/08/2010 na Paróquia Anglicana do Bom Pastor (Rua Travasso de Fora 92-Largo do Papagaio-Bonfim - SSA/Ba.) às 9:30. Todos são convidados.(Clique aqui) CHÁ DE IGREJA NOVA! 

Casamento religioso com efeito civil

Procedimento de habilitação para o casamento e a lista dos cartórios.

Saiba como...

Quem está online

Nós temos 6 visitantes online

 

CRISTO RESSUSCITOU!

Prazer, sou o Reverendo Josafá Batista dos Santos, membro da OSF na Bahia (Anglicana), Presbítero da igreja Episcopal Anglicana do Brasil e vosso irmão em Cristo. 71-33743121, 71-88983254 e 81413254. zozayah@yahoo.com.br

Home Artigos 2153 Quinta-feira da Semana Santa - Ofícios diários Ano 2
2153 Quinta-feira da Semana Santa - Ofícios diários Ano 2 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rev. Josafá Batista   

2153 Quinta-feira da Semana Santa - Ofícios diários Ano 2 - Cor: vermelho - sem cor

Salmo 102 ou 142, 143; Lamentações 2:10-181 Coríntios 10:14-17; 11:27-32; Marcos 14:12-25

5ª feira da Semana Santa: Ó Pai Onipotente, cujo amado Filho, na noite anterior à sua paixão, instituiu o Sacramento do seu Corpo e Sangue; concede-nos, misericordioso, que dele participemos agradecidos, em memória daquele que nestes santos mistérios nos dá o penhor da vida eterna, teu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.
* Prefácio da Semana Santa
Por Jesus Cristo, nosso Senhor, o qual pelos nossos pecados foi erguido na Cruz, para que atraísse para Si o mundo todo; e por seu sofrimento e morte tornou-se a fonte de salvação eterna para todos os que nEle confiam.

Salmos Litúrgicos
Livro IV
Vigésimo Dia: Oração Matutina
Salmo 102 Domine, exaudi
OUVE, SENHOR, minha oração, * e chegue a ti o meu clamor.
2 Não escondas de mim a tua face, no dia da tribulação; inclina para mim teu ouvido; * quando eu clamar, apressa-te em responder-me.
3 Porque os meus dias se desvanecem qual fumaça; * meu coração está magoado e sem vigor como a relva seca.
4 Meu coração está ferido e árido; * esqueço de comer o meu pão.
5 Por causa de meus gemidos, * meus ossos se apegam à pele.
6 Sou semelhante ao pelicano no deserto; * pareço a coruja das solidões.
7 Fico desperto; * sou como o pardal solitário no telhado.
8 Meus inimigos me afrontam todo o dia; * os que se enfurecem contra mim lançam maldição.
9 Eis que tenho comido cinza como pão, * e misturado com lágrimas minha bebida.
10 Em conseqüência de tua ira e indignação, * porque tu me elevaste e me abateste.
11 Meus dias são como a sombra, que declina; * e como a erva, assim vou definhando.
12 Porém, tu, SENHOR, permanecerás para sempre; * teu Nome é lembrado por todas as gerações.
13 Tu levantarás e terás piedade de Sião; * pois é tempo de te compadeceres dela.
14 Porquanto os teus servos lhe amam até as pedras, * e se lastimam do seu pó.
15 Todas as nações temerão o Nome do SENHOR, * e todos os reis da terra a tua glória.
16 Quando o SENHOR tiver edificado a Sião, * aparecerá na sua glória.
17 O SENHOR atenderá à súplica do desamparado, * e não desprezará sua oração.
18 Isto se escreverá para a geração vindoura, * e um povo, que há de ser criado, louvará ao SENHOR.
19 Pois olhou das alturas de seu santuário; * dos céus o SENHOR contemplou a terra.
20 Para ouvir os gemidos dos presos, * para libertar os sentenciados à morte.
21 A fim de que se anuncie o Nome do SENHOR em Sião, * e o seu louvor em Jerusalém,
22 Quando se reunirem os povos, * e os remos para servirem ao SENHOR.
23 Abateu a minha força no caminho; * abreviou os meus dias.
24 Dizia eu: Meu Deus, não me leves em meio de meus dias; * tu, cujos anos são por todas as gerações.
25 Desde o princípio lançaste os fundamentos da terra, * e os céus são obras das tuas mãos.
26 Eles hão de perecer, mas tu permanecerás; * tu és o mesmo e os teus anos jamais terão fim.
27 Os filhos dos teus servos habitarão a terra; * e a sua posteridade ficará firmada perante ti.


Salmos Litúrgicos
Livro V
Vigésimo Nono Dia: Oração Vespertlna
Salmo 142 Voce mea ad Dominum
CLAMO ao SENHOR com minha voz, * com minha voz suplico ao SENHOR.
2 Derramo minha queixa em sua presença, * diante dele apresento minha angústia.
3 Quando desfalece meu espírito, conheces já a minha vereda; * no caminho, por onde ando, armam-me um laço.
4 Olha para minha direita e vê: * Não há quem me considere.
5 Refúgio me falta, * e ninguém cuida de minha alma.
6 A ti SENHOR, clamo dizendo: * Tu és o meu refúgio e meu quinhão, na terra dos viventes.
7 Atende o meu clamor, * porque estou muito abatido.
8 Livra-me dos perseguidores, * pois são mais fortes do que eu.
9 Tira a minha alma da prisão, para que louve o teu Nome; * e contigo farão coro os justos, porque me terás feito grande bem.


Salmos Litúrgicos
Livro V
Vigésimo Nono Dia: Oração Vespertlna
Salmo 143 Domine, exaudi
OUVE, á SENHOR, a minha oração, escuta os meus rogos; * segundo a tua fidelidade, responde-me com tua justiça.
2 Não entres em juízo contra o teu servo, * porque na tua presença não se achará justo vivente algum.
3 Pois o adversário perseguiu a minha alma, e prostrou por terra minha vida; * constrangeu-me a habitar em trevas, como se já pertencesse ao número dos que há muito morreram.
4 Por isso meu espírito está angustiado, * e a tristeza invadiu-me o coração.
5 Relembrava os dias antigos, meditava em todos os teus feitos, * considerava as obras das tuas mãos.
6 A ti levanto minhas mãos; * qual terra sedenta, minha alma tem sede de ti.
7 Apressa-te em responder-me, ó SENHOR, que meu espírito desfalece; *não escondas, rogo-te, a tua face de mim, para que não seja semelhante aos que descem à cova.
8 Faze-me ouvir, pela manhã, a tua benignidade, pois em ti confio; *faze-me conhecer o caminho que devo trilhar, porque a ti elevo a minha alma.
9 Livra-me, ó SENHOR, de meus adversários; * em ti busco refúgio.
10 Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; *por teu benigno Espírito, guia-me à terra da justiça.
11 Fortalece-me, á SENHOR, por amor de teu Nome; * pela tua justiça, livra minha alma da tribulação.
12 Por tua misericórdia, defende-me, que me afligem, oprimindo minha alma; * pois sou teu servo.


Lamentações 2:10-18; 
10 Estão sentados no chão os anciãos da filha de Sião, e ficam calados; lançaram pó sobre as suas cabeças; cingiram sacos; as virgens de Jerusalém abaixaram as suas cabeças até o chão.
11 Já se consumiram os meus olhos com lágrimas, turbada está a minha alma, o meu coração se derrama de tristeza por causa do quebrantamento da filha do meu povo; porquanto desfalecem os meninos e as crianças de peito pelas ruas da cidade.
12 Ao desfalecerem, como feridos, pelas ruas da cidade, ao exalarem as suas almas no regaço de suas mães, perguntam a elas: Onde está o trigo e o vinho?
13 Que testemunho te darei, a que te compararei, ó filha de Jerusalém? A quem te assemelharei, para te consolar, ó virgem filha de Sião? pois grande como o mar é a tua ferida; quem te poderá curar?
14 Os teus profetas viram para ti visões falsas e insensatas; e não manifestaram a tua iniqüidade, para te desviarem do cativeiro; mas viram para ti profecias vãs e coisas que te levaram ao exílio.
15 Todos os que passam pelo caminho batem palmas contra ti; eles assobiam e meneiam a cabeça sobre a filha de Jerusalém, dizendo: E esta a cidade que denominavam a perfeição da formosura, o gozo da terra toda?
16 Todos os teus inimigos abrem as suas bocas contra ti, assobiam, e rangem os dentes; dizem: Devoramo-la; certamente este e o dia que esperávamos; achamo-lo, vimo-lo.
17 Fez o Senhor o que intentou; cumpriu a sua palavra, que ordenou desde os dias da antigüidade; derrubou, e não se apiedou; fez que o inimigo se alegrasse por tua causa, exaltou o poder dos teus adversários.
18 Clama ao Senhor, ó filha de Sião; corram as tuas lágrimas, como um ribeiro, de dia e de noite; não te dês repouso, nem descansem os teus olhos.


1 Coríntios 10:14-17; 11:27-32;
14 Portanto, meus amados, fugi da idolatria.
15 Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.
16 Porventura o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é porventura a comunhão do corpo de Cristo?
17 Pois nós, embora muitos, somos um só pão, um só corpo; porque todos participamos de um mesmo pão.
1 Coríntios 11:27-32;
27 De modo que qualquer que comer do pão, ou beber do cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor.
28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice.
29 Porque quem come e bebe, come e bebe para sua própria condenação, se não discernir o corpo do Senhor.
30 Por causa disto há entre vós muitos fracos e enfermos, e muitos que dormem.
31 Mas, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados;
32 quando, porém, somos julgados pelo Senhor, somos corrigidos, para não sermos condenados com o mundo.


Marcos 14:12-25
12 Ora, no primeiro dia dos pães ázimos, quando imolavam a páscoa, disseram-lhe seus discípulos: Aonde queres que vamos fazer os preparativos para comeres a páscoa?
13 Enviou, pois, dois dos seus discípulos, e disse-lhes: Ide à cidade, e vos sairá ao encontro um homem levando um cântaro de água; seguí-o;
14 e, onde ele entrar, dizei ao dono da casa: O Mestre manda perguntar: Onde está o meu aposento em que hei de comer a páscoa com os meus discípulos?
15 E ele vos mostrará um grande cenáculo mobiliado e pronto; aí fazei-nos os preparativos.
16 Partindo, pois, os discípulos, foram à cidade, onde acharam tudo como ele lhes dissera, e prepararam a páscoa.
17 Ao anoitecer chegou ele com os doze.
18 E, quando estavam reclinados à mesa e comiam, disse Jesus: Em verdade vos digo que um de vós, que comigo come, há de trair-me.
19 Ao que eles começaram a entristecer-se e a perguntar-lhe um após outro: Porventura sou eu?
20 Respondeu-lhes: É um dos doze, que mete comigo a mão no prato.
21 Pois o Filho do homem vai, conforme está escrito a seu respeito; mas ai daquele por quem o Filho do homem é traído! bom seria para esse homem se não houvera nascido.
22 Enquanto comiam, Jesus tomou pão e, abençoando-o, o partiu e deu-lho, dizendo: Tomai; isto é o meu corpo.
23 E tomando um cálice, rendeu graças e deu-lho; e todos beberam dele.
24 E disse-lhes: Isto é o meu sangue, o sangue do pacto, que por muitos é derramado.
25 Em verdade vos digo que não beberei mais do fruto da videira, até aquele dia em que o beber, novo, no reino de Deus.

 

 

 
RocketTheme Joomla Templates